ESCONDER SPOILERS

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Lucy (2014)

"We've codified our existence to bring it down to human size, to make it comprehensible, we've created a scale so we can forget its unfathomable scale."


Três motivos me levaram a ver esse filme: A Scarlett Johansson (em toda sua glória), o Morgan Freeman (digno de personificar Deus) e o conceito base por trás de tudo (seja ele verdadeiro ou não, foi o suficiente para atiçar a minha curiosidade), nessa ordem.
Não vou negar que já estava inclinado a gostar do filme antes mesmo dele começar, dados os motivos da minha ida, no mínimo iria ver uma ideia interessante ser trabalhada bons atores e atrizes.

E não me decepcionei, gostei bastante do filme, embora não consiga dizer exatamente o porque. Quase tudo dele me agradou, desde o modo como ele é iniciado, com os cortes e imagens de eventos naturais até o final, que apesar de ser um tanto viajado condiz com todo o resto. Ele me prendeu durante todo o percurso.

Como me disseram, as cenas de ação não tem nada de espetacular, os personagens não são extensamente desenvolvidos, a história pode ser meio jogada e com uma droga misteriosa para dar sentido a tudo (aprovada pelo Mr. White e Jesse  diga-se de passagem), sim, é tudo verdade, meio que aceitamos o papel de cada um deles e é isso ai. Talvez a diferença tenha sido a atuação, pois apesar de gostar bastante da Scarlett, fiquei surpreso em como ela foi convincente em passar a ideia de que deixava de ser "humana" e começava a enxergar as coisas de um outro modo, como se de repente tudo passasse a fazer sentido.

Só vi que o filme era do Luc Besson quando o nome dele apareceu nos créditos, sou um grande fã dos filmes dele, acho que ele consegue tirar o máximo das pessoas com a qual trabalha, vejam o Leon(Léon: The Professional) por exemplo, sem dúvida nenhuma um dos melhores filmes que eu já assisti até hoje (de novo ele contava com um excelente elenco).

Não consigo comparar o Lucy com nenhum outro filme, exatamente por não saber motivo de ter gostado tanto dele. Pode ser que não tenha gostado tanto como filme e sim mais como um conceito, não sei, mas com certeza recomendaria o filme e o terei em minha coleção assim que possível.

O trailer tenta vender o filme como algo mais puxado para o lado da ação, porém, não sei ao certo como classifica-lo...



domingo, 4 de maio de 2014

Ben-Hur (1959)

"Battle speed!...
 Attack speed!...
 Ramming speed!"

Ganhei esse filme de aniversário a uns dois anos se não me engano, mas nunca tinha chego a assisti-lo. Um dos principais motivos era a duração dele, duzentos e doze minutos (um pouco mais de três hora e meia). Finalmente resolvi vê-lo e me arrependi de não ter feito isso antes, o filme é excelente, e apesar de ser um tanto longo, em nenhum momento ele se torna cansativo.

Logo no começo já fiquei surpreso, pois dessa vez creio que o subtítulo dado a ele logo no começo do filme (e o título completo da versão de mil novecentos e vinte e cinco) deveria ser parte do título oficial. O subtítulo a que me refiro é o seguinte: “A Tale of the Christ” (algo como um conto sobre Cristo), pois apesar de para mim não ser um filme religioso e não contar exatamente sobre a vida de Jesus, eu diria que se trata da melhor representação sobre o tema que eu já vi (já me explico).

Apesar de possuir uma religião e acreditar em uma força maior (seja ela Deus ou o que quer que você queira chamar), não me considero religioso e não sou praticante. Mas como quase praticamente qualquer pessoa no lado ocidental do planeta sei quem Jesus foi e mesmo que em um nível muito básico sei as passagens mais importantes da vida dele.

Como disse, pelo menos em minha visão o filme não é sobre Jesus (apesar do subtítulo), mas ele aparece em alguns momentos e exerce uma grande influência no momento final. Porque raios então eu disse que é a melhor representação da vida de Cristo se o filme "oficialmente" nem sobre isso é?

Exatamente por esse motivo!

Eu considero que o importante sobre Jesus não é a pessoa em si, mas como ele influenciou as pessoas ao seu redor, e o filme faz isso com maestria. Em nenhum momento eles se quer dizem o nome dele, seu rosto também não aparece e ele não diz uma palavra sequer (pelo menos não diretamente), só utilizam a representação clássica que temos dele, ou seja, um homem de cabelos longos. Porém em várias ocasiões fica muito clara a influência que ele exerce nas pessoas.

Bom, mas vamos ao que o filme trata de fato, que é a história de Ben-Hur (Charlton Heston). É uma história levemente parecida com a contada em “Spartacus” (outro filme excelente e um dos meus favoritos). Creio que não preciso dizer nada mais sobre a história, porque só de dizer que é parecida com a do Spartacus eu meio que já fiz um esboço completo dela.

De qualquer forma o roteiro é muito bem escrito e bem desenvolvido durante todo o filme, o cuidado com a produção também é muito evidente pois tanto os cenários como as vestimentas são muito bem feitos e detalhados.

Mesmo que você já tenha assistido ou conheça a história do Spartacus eu diria para ver o filme do mesmo jeito, tanto pelos pontos citados acima como pelo fato de a história ser suficientemente diferente para que faça a experiência valer a pena.


Se você gosta de épicos, não perca mais tempo e assista assim que possível. Mesmo que por acaso você seja um ateu fervoroso, pois mais de noventa por cento da história não tem nem referência nenhuma a qualquer coisa religiosa. Por outro lado se você é do tipo que não gosta de épicos, mas é religioso, eu diria para assistir mesmo assim pois os dez por cento restantes com certeza vão te agradar (apesar de que ver três horas e meia de algo que não interessa não seja exatamente divertido).

Eu gostei de cem por cento dele, pois como um grande fã de épicos a história e ambientação me agradaram bastante. E mesmo não sendo um cara religioso, toda a parte sobre Jesus, conseguiu me comover mais que qualquer outra obra sobre o tema (isso é tão verdade que o que me fez escrever esse texto foram esses trechos).


Não sei se é o trailer oficial, mas com certeza se parece com algo que seria exibido nos cinemas em 1959!



No IMDB

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Entre les murs - Entre os Muros da Escola (2008)

"- Trés bien que t'aies lu ça.
- Je sais. C'est pas un livre de pétasse."


Esse filme está comigo há aproximadamente dois anos, mas nunca tive vontade nenhuma de assisti-lo, o tema abordado nunca me interessou de verdade (ou pelo menos o tema que eu imaginava ser abordado, pois não procurei muitas informações sobre o filme). Eu só tinha o filme porque uma amiga que trabalhava na área de ensino me passou.

Bom,  tinha até esquecido que ele estava por aqui, quando navegando pelo IMDB eu acabei chegando nesse mesmo filme e por incrível que pareça a sinopse me chamou a atenção. Vendo o nome do filme eu me lembrei dele e resolvi finalmente assisti-lo, afinal de contas parecia ter uma história decente, uma nota alta e era francês, todos pontos a seu favor.

Vi o filme. Todos os cento e vinte e oito minutos. Para ser totalmente honesto ele não pareceu ser tão longo assim, o que sempre é uma coisa boa, e o filme em si não é mal feito nem nada assim, mas ele se concentra muito no lado pedagógico da coisa. Em como um professor tenta lidar com uma classe multiétnica (não sei se isso é uma palavra de verdade, mas vou usa-la mesmo assim...), como as conversas na sala dos professores se desenvolvem, que tipo de didática é melhor, como bolar novos métodos de ensino e como disciplinar os alunos e por ai vai.

Infelizmente (para mim) eu estava certo desde o começo, esse assunto não me interessa nem um pouco! Ainda se eles tivessem aproveitado e trabalhando um pouco que fosse com o dia-a-dia de cada um dos alunos na sociedade parisiense, dadas suas diferentes culturas e etnias, (afinal como todos nós sabemos os franceses não sãos os mais receptores quando se trata de estrangeiros) aí sim o filme teria me interessado muito mais.

Porem não foi assim que eles resolveram construir a história do filme, o que em minha opinião resultou em algo um tanto monótono em sem nada que prendesse minha atenção de verdade. Pelo que pesquisei o François Bégaudeau, que faz o papel do professor, é na vida real além de ator, escritor e jornalista. Acho que contribuiu bastante para o clima meio de documentário do filme.

Eu entendo o porque dessa minha amiga ter achado o filme interessante. Para quem atua na área da educação creio que o filme tenha um apelo muito maior e não seja só muito interessante, mas também instrutivo e leve até a grandes reflexões. Por outro lado, para quem não tem contato com isso diretamente e não tenha nem uma mínima curiosidade em como todo o processo funciona, acaba não vendo nada de especial no filme.

Por esse motivo só recomendaria o filme para quem trabalha com pedagogia ou tem  interesse sobre o tema, pois apesar de não ser ruim, como filme ele não me agradou não.

O trailer dessa vez é muito bom, consegue passar a essência do filme e não estraga em nada o restante. Quem gostou do trailer vai gostar também do filme.





segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mighty Aphrodite - Poderosa Afrodite (1995)

"- Look, here's a man who killed his father and slept with his mother.
- I hate to tell you what they call my son in Harlem."

Esse foi o primeiro filme do Woody Allen que eu vi, ou pelo menos o primeiro que eu tenha qualquer lembrança de haver assistido. Demorei bastante até para chegar a ver alguma coisa dele, sei que tive algumas oportunidades de ver outros filmes antes desse, mas nunca havia chegado de fato a assisti-los. Não consigo deixar de pensar que isso seja um pouco por culpa do meu pai. Ele sempre considerou (e ainda considera) os filmes do Woody Allen muito chatos, e como ele tem um gosto muito bom (para outras coisas que não filmes mais "cults", como acabei descobrindo) eu acabava nem “perdendo tempo” vendo nada produzido pelo Woody.

Não lembro exatamente porque finalmente resolvi assistir a esse, mas não posso ficar mais feliz por tê-lo feito. Descobri que os filmes dele não são apenas muito divertidos, mas também extremamente bem feitos e, além disso, alguns deles têm mensagens muito legais, que nos fazem parar pra pensar.

Depois disso resolvi me recuperar e literalmente assisti a quase tudo que ele produziu. Se não me engano faltam uns seis ou sete filmes para ver tudo o que ele fez até hoje. Curiosamente são as coisas do meio de sua carreira. Ele começou com comédias, (algumas excelentes, como a Love and Death, um dos filmes mais engraçados que já vi até hoje) nada mais natural, afinal antes disso ele trabalhava como comediante de stand up. A partir do Annie Hall (que talvez seja seu filme mais famoso, ele acabou fazendo filmes mais puxados para o drama, só que não totalmente, coisas mais focadas nos altos e baixos dos relacionamentos).

Mas o objetivo aqui não é falar do Woody Allen (apesar de não parecer), mas do Mighty Aphrodite, o qual em minha opinião é um dos melhores filmes dele, muito melhor até que o próprio Annie Hall. Ele consegue mesclar comédia com um pouco de drama (o que alias é uma das marcas do Woody Allen). Gosto muito do que ele faz nesse filme, misturando as cenas das pessoas no coro, algo que lembra muito mais as tragédias gregas com o restante da história que está sendo contada, isso dá um toque único ao filme.

Foi bem interessante ver a Helena Bonham Carter atuando em um filme que não fosse do Tim Burton (ou seja, um filme onde ela age como uma pessoa normal), já tinha visto ela em outros filmes, e como disse antes eu havia menosprezado o seu talento, ela é uma ótima atriz. Gostei bastante também da Mira Sorvino (Não vi nenhum outro filme com ela, mas achei que sua voz parecia muito com a Miss Piggy dos Muppets, não sei se a voz dela é assim mesmo ou ela usou somente para esse personagem), acho que ela é de longe a melhor nesse filme, sempre que aparece rouba a cena. Como também já disse em algumas outras oportunidades, gosto muito de ver o próprio Woody Allen atuando (apesar de no último filme dele ter achado que ele deixou a desejar), porém nesse ele ainda estava excelente.

Recomendo esse filme a qualquer um mesmo, sem restrição! E a qualquer momento! Se você estiver sem fazer nada, assista agora mesmo. Ou melhor, acabe a leitura aqui e corra atrás de uma cópia do filme. Não importa já assistiu, assista novamente. Agora! Vale a pena.

O trailer também é bom, sucinto, sem dúvida nenhuma, mas é bom.




Novamente não sei até onde isso é legal, mas procurando pelo trailer encontrei uma versão com o filme todo. Sem legenda, mas quem quiser assistir, aqui está:

http://www.youtube.com/watch?v=8-WpM2sFAWg


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

The Tree of Life - A Árvore da Vida (2011)

"Where were you when I laid the foundations of the Earth, when the morning stars sang together, and all the sons of God shouted for joy?" Job 38:4,7 

Não tive interesse de ver esse filme quando ele foi lançado e não o teria visto agora se não tivessem me dito que era muito bom e pedissem que eu fizesse um review dele. Acabei então assistindo.

Muitas vezes acabamos perdendo filmes excelentes por não dar muito crédito a eles. Esse com certeza não é o caso do “A árvore da vida”. Apesar de não ter uma nota baixa no IMDB e ter uma fotografia muito bonita, como filme ele é ruim, muito ruim eu diria.

Os primeiros quarenta minutos são totalmente dispensáveis, apenas um amontoado de imagens bonitas mas sem nenhuma espécie de sentido. Tive a impressão de estar vendo um documentário sobre o planeta Terra, o universo e vida microscópica. De vez em quando uma frase curta era dita, mas tudo sem nenhum nexo.

Antes que alguém diga alguma coisa, sim, eu entendi o objetivo dele com a montagem das imagens e tudo mais, só que não ficou legal e não é minimamente relevante para o resto do filme.

Só porque você coloca umas imagens bonitas e fala paulatinamente sobre algo triste não transforma automaticamente o que você está dizendo em algo profundo. O pano de fundo desse começo foi a morte de um dos irmãos, mas foi algo feito de uma maneira tão abrupta e superficial que não teve impacto nenhum em mim. O personagem não foi desenvolvido e trabalhado o suficiente para que eu tivesse criado qualquer tipo de ligação ou simpatia por ele. Lidar com a morte de alguém não é necessariamente sinônimo de um filme tocante ou filosófico, é preciso trabalhar o tema.

Bom, depois desses quarenta minutos onde eu tive que me segurar para não desligar o filme e ir fazer outra coisa melhor como, por exemplo, ficar olhando a grama crescer, eles finalmente começam a montar algo que se aproxime de um filme de verdade. Mas de uma maneira esparsa e excessivamente lenta, o que eles usaram quase uma hora e vinte podia muito bem ser feita na metade desse tempo. Faltou ritmo nessa “segunda parte”.

E o filme não é curto, tem cento e quarenta minutos, ou seja, usaram quase duas horas e meia para algo que poderia muito bem ser feito em noventa minutos. Ele não é como o Cloud Atlas, que é longo, (muito longo!), mas tem um motivo válido, aqui o filme só se arrasta por duas horas e vinte pelo simples fato de poder ocupar esse tempo.

Outra coisa que também achei totalmente sem propósito: o personagem do Sean Penn. Ele deve aparecer por uns cinco minutos se somarmos tudo para dizer duas ou três frases curtas. Parece que só resolveram colocar ele no filme para poder dizer "O nosso filme é estrelado pelo Sean Penn!".

Eu consigo entender porque algumas pessoas gostaram do filme, pois no geral ele não mal feito. Fora o começo totalmente horrível, as atuações na segunda parte do filme não são ruins, e a ambientação também não deixa a desejar. Mas eu não gostei nem um pouco e não irei recomendá-lo para ninguém, pois achei a história fraca, mal estruturada  e desenvolvida.

O trailer tem mais ou menos os mesmos problemas. Imagens bonitas sem nenhuma espécie de ligação não fazem um bom filme (ou trailer). Esse diretor estaria bem melhor montando aquelas apresentações motivacionais que recebemos por email de vez em quando...






segunda-feira, 29 de julho de 2013

Átame! - Ata-me (1990)

"Tengo 23 años y 50.000 pesetas. Y estoy solo en el mundo"


Recentemente comprei um box de DVDs do Almodóvar. Todos os quatro filmes são mais antigos. Não do começo da carreira dele, mas nada muito novo também, filmes entre mil novecentos e oitenta e sete e noventa e três. Fora o Mujeres al borde de un ataque de nervios, nenhum deles muito conhecido, eu pelo menos não havia nem ouvido falar de nenhum.

Já vi quase todos e não posso dizer que tenha gostado de nenhum. Todos ainda têm aquela estranheza que é característica dele, mas são filmes onde nada se destaca muito, nem os atores, temas ou histórias. Eles ficam naquela área onde um filme não agrada, mas também não desagrada. Bem “sem sal” por assim dizer.

Apesar do "Ata-me" não fazer parte desse box, ele se encontra cronologicamente no entre os filmes, em noventa. Antes de assisti-lo, eu estava quase concluindo que os filmes do Almodóvar pré Carne trémula eram dispensáveis, pois nenhum deles tinha realmente me agradado (ou desagradado, por isso nenhum deles mereceu um review).

Agora posso com certeza dizer que existem sim filmes mais antigos dele que valem a pena ser assistidos. Gostei do Ata-me, de verdade. É sem dúvida nenhuma um filme esquisito (não esperava nada diferente disso), mas muito bem construído e apesar de ser uma história um tanto absurda, ela é interessante e, se me permitem o trocadilho te amarra ao filme. Não tinha ideia nenhuma de como ele acabaria e não sei se concordo com o final, mas o aceito e ele é um dos finais válidos.

Algumas das características principais do Almodóvar podem ser vistas no filme, como o fato dele incluir, mesmo que sutilmente uma crítica social. Podemos ver também a aparição de um filme antigo. Em várias produções deles podemos ver as pessoas assistindo algum filme clássico, no Todo sobre mi madre existe a aparição do All about Eve e nesse podemos ver o Night of the living dead. Outra coisa presente no filme é o uso de temas ou cenas de conteúdo sexual. Mas como em várias outras produções dele não é nada ofensivo ou fora de contexto.

É bem legal poder ver a atuação do Banderas antes dos filmes mais Hollywoodianos dele. Também gostei da Victoria Abril, como o filme se passa basicamente só com os dois, se algum deles não fosse convincente tudo estaria arruinado, mas não foi o caso. Alguns dos outros atores são rostos conhecidos de filmes do próprio Almodóvar e apesar de não aparecerem tanto conseguem contribuir positivamente.

Não recomendaria esse como um filme “família”, exatamente pelo modo como o Almodóvar gosta de produzir os filmes dele, mas sem dúvida nenhuma é um bom filme e o recomendaria tanto para quem gosta das produções dele, como para quem não está tão familiarizado com o diretor.

Pelo trailer parece ser mais um filme de ação do que qualquer outra coisa!